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​Sobre a
artista

Mazi Moreto, artista plástica de 25 anos, nasceu em Nossa Senhora das Graças, um pequeno munícipio no interior do Paraná com pouco mais de 3500 habitantes, e se estabeleceu em Curitiba, atualmente vive e produz em Burgdorf na Suíça. Graduada como Bacharel em Design (gráfico e produto) na UTFPR - Universidade Tecnológica Federal do Paraná, onde atuava como marceneira. Sua trajetória artística teve início aos 15 anos, quando começou a expor pinturas corporais e trabalhos visuais em redes sociais.

Em 2018, participou de sua primeira exposição coletiva, KAKTAI, produzida e curada por Renata Mocellin, onde apresentou pinturas, ilustrações e assemblagens, além de realizar sua primeira performance. No ano seguinte, integrou a segunda edição da mostra, KAKTAI KONTRATAKA, expandindo sua produção para instalações e assemblagens em madeira e gesso. Desde então, tem participado ativamente da cena artística, apresentando performances e obras em diversas exposições e eventos.

Entre suas performances, destacam-se Gauve (2020), realizada no espaço 351 ao lado de Gustavo Barczak e Maria Eduardo; Eu Ti Sou, Tu Me És (2022), apresentada na PF – Casa de Estudos; Estopim do Desvencilho (2024), realizada na Macro junto de Toni Monteiro e Bronze Lunar (2023), na SOMA Galeria. No mesmo ano, participou de uma performance na galeria Tropigalpão, no Rio de Janeiro, Ponto de Convergência, ao lado das artistas Adriana Tabalipa e Marita Bullman, artista alemã, utilizando a metodologia Open Source. Em 2025 teve a oportunidade de realizar suas duas primeiras performances internacionais, a primeira The Shortest Performance Ever, em Stuttgart - Alemanha junto de Marck, um artista suíço, na galeria Van Braunbehrens; já a segunda ocorreu em Basel - Suíça, uma performance Open Source organizada pela PANCH, intitulada The Gathering, no Projektraum 54 para a abertura da Regionale em parceria com a Visarte Region Basel.

Em 2024, realizou Pra Não Esquecer do Que Não Lembro, seu trabalho mais significativo, onde atuou como idealizadora, curadora, produtora e artista. A exposição coletiva de obras interativas foi concebida como seu trabalho de conclusão de curso e incluiu sua participação como performer em uma ação intitulada com o mesmo nome - PNEDQNL, marcando a abertura do evento. Ainda em 2024, performou Ceia de Anseios no Paradis e apresentou a performance EQUINOX – same, but different, também a partir do método Open Source, ao lado de Adriana Tabalipa, Eleonora Gomes, Toni Graton, Vini Maia , Christopher Jonathan e Carina Weidle.

Em 2025, participou da exposição coletiva Armadilha de Lagosta com a performance pedra mole, água dura.

Além das performances, sua prática artística transita entre pintura, escultura, gravura, fotografia e outras linguagens visuais. Mantém uma produção contínua e desenvolve um projeto duracional no qual registra anualmente seu rosto em gesso, criando um arquivo físico e palpável de seu envelhecimento.

Mazi Moreto se considera uma artista multidisciplinar, ou como define, uma "artista etc.", explorando constantemente novas técnicas e mídias para incorporá-las de forma coesa em sua pesquisa. Seu trabalho se ancora na interatividade, na memória e no afeto, promovendo experiências imersivas e convidando o público a participar ativamente na construção de significados.

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